segunda-feira, julho 10, 2006

Breeze: A árvore robô.

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No futuro, robôs farão tudo pela gente certo? E quem vai fazer o serviço dos cachorros, dos pandas, das árvores?

Criada por Jill Coffin, John Taylor, e Daniel Bauen a árvore robô Breeze pode sentir e reagir em 360 graus, permitindo que ela faça movimentos aleatórios descritos como "sútis e artísticos ao mesmo tempo que surreal". Os movimentos são criados por um fio chamado Flexinol, ou Fio Músculo de Flexinol. "Estes tipos de fios pertencem a uma classe de metais chamados SMA (Shape Memory Alloys) que tem uma estrutura cristalina uniforme que muda radicalmente de comprimento com a temperatura, sem que esta deformação seja permanente e se a temperatura for removida o fio "recupera" ou regressa ao comprimento anterior (Aliatron)".

Bom até aí tudo bem, mas o que realmente interessa é. Para que serviria uma árvore robô? Ela não colabora com o meio ambiente (ainda), não precisa ser regada e não se reproduz (ainda). Seria então só um enfeite? Imagine aumentar os atributos da árvore para que ela reconheça por exemplo o seu "dono", e colocá-la ao lado da porta de entrada como um alarme, ao ter sua casa invadida a árvore pode "pegar" o ladrão e prendê-lo até a chegada da polícia. Ou então uma árvore programável que pode "fazer uma brisa" quando estiver muito calor. Sem dúvida as opções são ilimitadas, é esperar pra ver.

Para maiores informações você pode conferir o link no site de Daniel Bauen em www.danielbauen.com/robotany (dê uma olhada na árvore em movimento que tem lá) ou ir para o Blog dos construtores da árvore em robotany.blogspot.com.

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